Nota para o formador: Certifique-se de que os profissionais reconhecem claramente a distinção fundamental entre "ter pena (simpatia/compaixão)" e "compreender (empatia)".
Método: Perguntas e respostas e debate interativo.
Materiais: Quadro branco.
1. Explicação da diferença fundamental: O formador escreve os dois conceitos no quadro e apresenta a seguinte explicação:
"Colegas, a distinção mais importante que precisamos de ensinar às nossas crianças e de praticar é esta: ter pena diz 'Tenho pena de ti' e observa à distância, colocando espaço entre nós. Pode criar na criança um sentimento de inferioridade. A empatia diz 'Compreendo-te; sinto esta dor ou emoção contigo', senta-se ao lado da criança e cria uma ligação. Não teremos pena das crianças; sentar-nos-emos ao lado delas e construiremos uma ponte de empatia para as compreender."

2. Perguntas e respostas: Pergunte aos participantes: "Em termos de autoconfiança da criança, que diferenças observaram entre abordar uma criança na instituição com pena e abordá-la com compreensão empática?"